As Lendas da Sexta-feira 13. Faça Magia sim!
Existem váris histórias a respeito da sexta-feira 13.
Uma delas é a crença que surgiu entre os Celtas, antigo povo europou. Segundo eles, a deusa do amor, Friga, estava insatisfeita com a conversão de seus fiéis ao cristianismo.
Para se vingar, ela passou a se reunir todas as sextas-feiras, com mais 12 pessoas, para rogar pragas contra seus antigos seguidores.
E foi a partir de histórias como esta, que o 13 passou a ser considerado o número do azar.
Faça magia na sexta-feira treze, pois só assim vamos inverter o significado deste dia.
E, toda magia feita, deve ser para o astral do planeta. As bruxas tendem a se unir exatamente por este motivo.
Respeito e paz no mundo. Wicca agradece!
“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.”
(Albert Schweitzer)
Lenda***** " Não Durma "
" Não Durma "
:: Seu nome era Samira. Era uma bela garota nascida em Israel, pele morena, cabelos longos e lisos, olhos negros e profundos. Parecia uma garota normal, mas tinha pesadelos. Terríveis pesadelos, cuja culpa colocava nas guerras de seu país. Quando ela completou quatorze anos, seus pais resolveram vender a casa e se mudaram para Londres, na esperança de ajudar a filha. Como estavam enganados. Nas noites que se seguiram, os pesadelos da jovem Samira ficaram ainda piores. Toda noite, ao fechar seus olhos, a escuridão tomava conta dela. Mas não era uma escuridão comum, era pesada e fria, como se não houvesse nada ali. E então aquela criatura aparecia. Era um homem, seus ossos aparecendo sobre a pele puxada, completamente nu e careca. Onde deveriam estar seus olhos havia duas órbitas vazias, como se eles tivessem sido arrancados, e sua boca tinha sido costurada em um insano sorriso eterno. Nos primeiros encontros, sentira pavor daquilo, mas ele nunca lhe tinha feito mal. Era seu guia. Ele a guiava pela escuridão até que ficasse mais clara. Mas o que via não era melhor. Passava por portões negros, para dentro das ruínas carbonizadas de uma cidade, impossível de dizer se era nova ou velha. Ali a escuridão estava viva, em formas indistintas cujos sorrisos eram as únicas coisas que pareciam reais. E havia pessoas. Pessoas que eram rasgadas pelas sombras, gritavam por piedade e tentavam correr, embora soubessem que não havia salvação. O estranho homem passava por elas sem se importar, e a guiava até o centro do lugar, onde estava o Palhaço. Era um homem de sorriso zombeiro e riso demente, com a maquiagem de palhaço borrada e pernas de bode que estalavam nas pedras. - Eles vêm pra cá, por que merecem estar aqui – dizia ele a garota entre risos. – Mas você não merece estar aqui. Não quer vir pra cá, então não durma! Era nessa hora que Samira acordava chorando. Mas não havia nada que pudesse fazer, já havia freqüentado todos os psicólogos, todos os terapeutas, e de nada adiantava. Toda noite, quando dormia, era levada pelo guia cego até o palhaço e ouvia as mesmas palavras que a faziam acordar apavorada. Uma noite, ainda seguindo o fiel guia, resolveu fazer-lhe uma pergunta. - Por que sempre está rindo, se não é feliz? O guia virou-se para ela, os buracos de seus olhos quase voltados na sua direção, mas não respondeu. Não podia falar. Então virou-se para a frente de novo e recomeçou a andar. Samira o seguiu, mas segundos depois, ele desapareceu. A garota entrou em pânico, olhando a volta à procura de seu guia, mas via apenas as sombras e suas vítimas. Parou, chorando de medo, rezando para acordar, mas continuava ali. Então ouviu os passos. Toc-toc-toc, o som de cascos batendo na pedra e chegando mais perto. O palhaço dos cascos de bode apareceu ao seu lado, com um grande sorriso maldoso. - Boa notícia – disse ele – Você merece vir pra cá. Vou te levar pra um passeio comigo pela minha terra. Samira deu um grito de pavor, dando-lhe as costas e desatando a correr. Forçava-se a ir mais rápido, como nunca em sua vida, mas os cascos estavam sempre próximos a ela. Depois de muito tempo correndo, acabou tropeçando e caiu. Quando levantou o rosto, o Palhaço estava a sua frente. - Deixe-me ver esses braços. - pediu, antes de segurar seus braços e com as longas unhas, cortar seus pulsos. - Pra você vir mais rápido, amorzinho. Você tem uma missão, merece vir pra cá. Quando viu o sangue escorrendo, Samira gritou ainda mais assustada, acordando. Por um segundo pensou que estava a salvo, mas então viu seu lençol manchado de sangue e os pulsos abertos. Seus pais entraram logo depois, e a levaram para o hospital. Os médicos cuidaram dos cortes, e a polícia interpretou aquilo como uma tentativa de suicídio, pois não era possível que alguém tivesse entrado na casa. Ou que um palhaço de seus pesadelos a atacasse em sonhos. Samira decidiu que nunca mais dormiria, para nunca voltar para aquele mundo de terror. Começou a tomar remédios para manter-se acordada, e nos anos que se seguiram, acabou se viciando neles. Com dezoito anos, não conseguia sair de casa, tampouco cursar a faculdade, apesar de sempre ter sido uma ótima aluna. Tudo para ficar longe dos demônios e de seus sorrisos diabólicos. Um dia, ficou sozinha em casa, e ao descer para a cozinha, encontrou o palhaço lá. Estava sonhando acordada. - Vou esfaquear seus pais. – ele disse, passeando em volta do fogão. – Você tem problemas, vão colocar a culpa em você. Vai ser divertido, não vai? Ele começou a rir, enquanto Samira chorou. Correu para o banheiro e abriu a caixa de remédios no chão. Todo o seu conteúdo se espalhou pelo chão, enquanto ela pegava desesperada três potes de pílulas. Entrou na banheira e tomou os remédio de uma vez. Fechou os olhos e nunca mais acordou. Quando seus pais voltaram e a encontraram, pensaram que a filha enfim conseguira se matar, e se sentiram culpados. Mas concordaram que ela estava em um lugar melhor agora, longe de tudo o que a apavorava. Como estavam errados. Eu estou com medo. Voltando para o mundo da escuridão, enquanto alguma coisa arranha a porta do meu quarto tentando entrar, me impedindo de fugir. O Palhaço disse que mereço estar aqui, para que descreva o que vejo pela janela. O que eu vejo são monstros de sombra torturando pessoas, com seus sorrisos malignos. E vejo Samira. Ela me contou sua história quando apareci lá pela primeira vez, vagando por aquele mundo. No começo, eu a achava muito bonita, mas logo apareceu careca e nua, implorando por ajuda. Eu tentei lhe explicar que não podia fazer nada, só podia ir para lá quando dormia, e, não sei explicar, achava que isso deixaria o palhaço furioso. Dias depois, seus olhos haviam sido arrancados. - Eu quero ver! – ela gritava para mim, mas sem me ver. – Eu preciso da luz! Da luz... Logo depois, apareceu com sua boca costurada em um sorriso assustador, e nunca mais falou nada. Mas isso já faz muito tempo, agora ela simplesmente vaga, sempre pelo mesmo caminho, mesmo sem ver, levando outras crianças até o palhaço. Elas a seguem, talvez porque sabem que ela um dia já passou por isso. Mas acho que Samira se esqueceu desse tempo. Acho que se acostumou a ser só mais uma criatura amaldiçoada a vagar sem ver, sem pedir ajuda. Condenada a sorrir naquele mundo do mal. O Palhaço diz que vou acabar como ela, se me pegar. Por isso tranco a porta e me escondo na cama. Ouço um rangido de porta sendo aberta. Toc-toc-toc. Viro-me e vejo seu sorriso maligno. Toc-toc-toc Eu não mereço me transformar em algo como Samira. Toc-toc-toc A minha história está acabando, mas ainda posso avisá-lo. Fique longe dos guias. Fique longe da escuridão. Fique longe do Palhaço das Pernas de Bode. Não durma.
:: Seu nome era Samira. Era uma bela garota nascida em Israel, pele morena, cabelos longos e lisos, olhos negros e profundos. Parecia uma garota normal, mas tinha pesadelos. Terríveis pesadelos, cuja culpa colocava nas guerras de seu país. Quando ela completou quatorze anos, seus pais resolveram vender a casa e se mudaram para Londres, na esperança de ajudar a filha. Como estavam enganados. Nas noites que se seguiram, os pesadelos da jovem Samira ficaram ainda piores. Toda noite, ao fechar seus olhos, a escuridão tomava conta dela. Mas não era uma escuridão comum, era pesada e fria, como se não houvesse nada ali. E então aquela criatura aparecia. Era um homem, seus ossos aparecendo sobre a pele puxada, completamente nu e careca. Onde deveriam estar seus olhos havia duas órbitas vazias, como se eles tivessem sido arrancados, e sua boca tinha sido costurada em um insano sorriso eterno. Nos primeiros encontros, sentira pavor daquilo, mas ele nunca lhe tinha feito mal. Era seu guia. Ele a guiava pela escuridão até que ficasse mais clara. Mas o que via não era melhor. Passava por portões negros, para dentro das ruínas carbonizadas de uma cidade, impossível de dizer se era nova ou velha. Ali a escuridão estava viva, em formas indistintas cujos sorrisos eram as únicas coisas que pareciam reais. E havia pessoas. Pessoas que eram rasgadas pelas sombras, gritavam por piedade e tentavam correr, embora soubessem que não havia salvação. O estranho homem passava por elas sem se importar, e a guiava até o centro do lugar, onde estava o Palhaço. Era um homem de sorriso zombeiro e riso demente, com a maquiagem de palhaço borrada e pernas de bode que estalavam nas pedras. - Eles vêm pra cá, por que merecem estar aqui – dizia ele a garota entre risos. – Mas você não merece estar aqui. Não quer vir pra cá, então não durma! Era nessa hora que Samira acordava chorando. Mas não havia nada que pudesse fazer, já havia freqüentado todos os psicólogos, todos os terapeutas, e de nada adiantava. Toda noite, quando dormia, era levada pelo guia cego até o palhaço e ouvia as mesmas palavras que a faziam acordar apavorada. Uma noite, ainda seguindo o fiel guia, resolveu fazer-lhe uma pergunta. - Por que sempre está rindo, se não é feliz? O guia virou-se para ela, os buracos de seus olhos quase voltados na sua direção, mas não respondeu. Não podia falar. Então virou-se para a frente de novo e recomeçou a andar. Samira o seguiu, mas segundos depois, ele desapareceu. A garota entrou em pânico, olhando a volta à procura de seu guia, mas via apenas as sombras e suas vítimas. Parou, chorando de medo, rezando para acordar, mas continuava ali. Então ouviu os passos. Toc-toc-toc, o som de cascos batendo na pedra e chegando mais perto. O palhaço dos cascos de bode apareceu ao seu lado, com um grande sorriso maldoso. - Boa notícia – disse ele – Você merece vir pra cá. Vou te levar pra um passeio comigo pela minha terra. Samira deu um grito de pavor, dando-lhe as costas e desatando a correr. Forçava-se a ir mais rápido, como nunca em sua vida, mas os cascos estavam sempre próximos a ela. Depois de muito tempo correndo, acabou tropeçando e caiu. Quando levantou o rosto, o Palhaço estava a sua frente. - Deixe-me ver esses braços. - pediu, antes de segurar seus braços e com as longas unhas, cortar seus pulsos. - Pra você vir mais rápido, amorzinho. Você tem uma missão, merece vir pra cá. Quando viu o sangue escorrendo, Samira gritou ainda mais assustada, acordando. Por um segundo pensou que estava a salvo, mas então viu seu lençol manchado de sangue e os pulsos abertos. Seus pais entraram logo depois, e a levaram para o hospital. Os médicos cuidaram dos cortes, e a polícia interpretou aquilo como uma tentativa de suicídio, pois não era possível que alguém tivesse entrado na casa. Ou que um palhaço de seus pesadelos a atacasse em sonhos. Samira decidiu que nunca mais dormiria, para nunca voltar para aquele mundo de terror. Começou a tomar remédios para manter-se acordada, e nos anos que se seguiram, acabou se viciando neles. Com dezoito anos, não conseguia sair de casa, tampouco cursar a faculdade, apesar de sempre ter sido uma ótima aluna. Tudo para ficar longe dos demônios e de seus sorrisos diabólicos. Um dia, ficou sozinha em casa, e ao descer para a cozinha, encontrou o palhaço lá. Estava sonhando acordada. - Vou esfaquear seus pais. – ele disse, passeando em volta do fogão. – Você tem problemas, vão colocar a culpa em você. Vai ser divertido, não vai? Ele começou a rir, enquanto Samira chorou. Correu para o banheiro e abriu a caixa de remédios no chão. Todo o seu conteúdo se espalhou pelo chão, enquanto ela pegava desesperada três potes de pílulas. Entrou na banheira e tomou os remédio de uma vez. Fechou os olhos e nunca mais acordou. Quando seus pais voltaram e a encontraram, pensaram que a filha enfim conseguira se matar, e se sentiram culpados. Mas concordaram que ela estava em um lugar melhor agora, longe de tudo o que a apavorava. Como estavam errados. Eu estou com medo. Voltando para o mundo da escuridão, enquanto alguma coisa arranha a porta do meu quarto tentando entrar, me impedindo de fugir. O Palhaço disse que mereço estar aqui, para que descreva o que vejo pela janela. O que eu vejo são monstros de sombra torturando pessoas, com seus sorrisos malignos. E vejo Samira. Ela me contou sua história quando apareci lá pela primeira vez, vagando por aquele mundo. No começo, eu a achava muito bonita, mas logo apareceu careca e nua, implorando por ajuda. Eu tentei lhe explicar que não podia fazer nada, só podia ir para lá quando dormia, e, não sei explicar, achava que isso deixaria o palhaço furioso. Dias depois, seus olhos haviam sido arrancados. - Eu quero ver! – ela gritava para mim, mas sem me ver. – Eu preciso da luz! Da luz... Logo depois, apareceu com sua boca costurada em um sorriso assustador, e nunca mais falou nada. Mas isso já faz muito tempo, agora ela simplesmente vaga, sempre pelo mesmo caminho, mesmo sem ver, levando outras crianças até o palhaço. Elas a seguem, talvez porque sabem que ela um dia já passou por isso. Mas acho que Samira se esqueceu desse tempo. Acho que se acostumou a ser só mais uma criatura amaldiçoada a vagar sem ver, sem pedir ajuda. Condenada a sorrir naquele mundo do mal. O Palhaço diz que vou acabar como ela, se me pegar. Por isso tranco a porta e me escondo na cama. Ouço um rangido de porta sendo aberta. Toc-toc-toc. Viro-me e vejo seu sorriso maligno. Toc-toc-toc Eu não mereço me transformar em algo como Samira. Toc-toc-toc A minha história está acabando, mas ainda posso avisá-lo. Fique longe dos guias. Fique longe da escuridão. Fique longe do Palhaço das Pernas de Bode. Não durma.
Sozinho, estou a desejar;
Talvez, alguém a encontrar;
Que me ouça cantar;
Que me faça sonhar.
Todas as noites de luar;
Em sua companhia,
quero estar; Sentindo em seu olhar;
A luz de me apaixonar.
Se distante estiver;
Não pense em sofrer;
Somente em me ver;
Para eternamente viver.
Teu coração, ao meu irei juntar;
Para nunca mais separar;
Alcançando o sublimar;
Do verdadeiro amar.
(a.d)
Talvez, alguém a encontrar;
Que me ouça cantar;
Que me faça sonhar.
Todas as noites de luar;
Em sua companhia,
quero estar; Sentindo em seu olhar;
A luz de me apaixonar.
Se distante estiver;
Não pense em sofrer;
Somente em me ver;
Para eternamente viver.
Teu coração, ao meu irei juntar;
Para nunca mais separar;
Alcançando o sublimar;
Do verdadeiro amar.
(a.d)
Meu coração
MEU CORAÇÃO
Meu coração,francamente não te entendo.
Estás localizadoabaixo da minha cabeça e,
no entanto, estás sempre voando
enquanto a minha cabeça
fica sempre com os pés no chão.
Caminhas ao lado das minhas melhores
emoções mas, muitas vezes,
complicas a minha vida
quando andas de braços
dados com as minhas adolescentes paixões!
Toma jeito!Não...É melhor continuar louco,
pois são as tuas loucuras
que me trazem a felicidade.
(Orlando Vaz Carneiro)
Meu coração,francamente não te entendo.
Estás localizadoabaixo da minha cabeça e,
no entanto, estás sempre voando
enquanto a minha cabeça
fica sempre com os pés no chão.
Caminhas ao lado das minhas melhores
emoções mas, muitas vezes,
complicas a minha vida
quando andas de braços
dados com as minhas adolescentes paixões!
Toma jeito!Não...É melhor continuar louco,
pois são as tuas loucuras
que me trazem a felicidade.
(Orlando Vaz Carneiro)
Não me Ame pela Beleza...
Não Ame pela Beleza
pois um dia ela acaba;
Não Ame por Admiração pois
um dia você pode se decepcionar;
Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar
Com um grande
Amor sem Explicação!
(Madre Tereza)
pois um dia ela acaba;
Não Ame por Admiração pois
um dia você pode se decepcionar;
Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar
Com um grande
Amor sem Explicação!
(Madre Tereza)
Mais Um Adeus
Novamente se repete,
raio de sol tenebroso
dentro de mais um adeus,
outra vez solidão,outra vez sofrimento.
Quer a separação!
Uma vontade de chorar
machuca o peito e este raio de sol persiste.
Delírio, humor venenoso,vento forte assobia
em meu coração,agonia na separação!
Meu dia se fez noite,rosas murcharam nos vasos,
jardim chora desilusão!
Separação amarga,fel derramado na alma,
porta se fechando,
assim que o sol se foi mais um adeus!
(Marta Peres)
Novamente se repete,
raio de sol tenebroso
dentro de mais um adeus,
outra vez solidão,outra vez sofrimento.
Quer a separação!
Uma vontade de chorar
machuca o peito e este raio de sol persiste.
Delírio, humor venenoso,vento forte assobia
em meu coração,agonia na separação!
Meu dia se fez noite,rosas murcharam nos vasos,
jardim chora desilusão!
Separação amarga,fel derramado na alma,
porta se fechando,
assim que o sol se foi mais um adeus!
(Marta Peres)
Não devias invadir meu mundo assim..
Não devias invadir meu mundo assim.
Sou filha da sensibilidade,
Tudo é intenso em mim...
Seu amor poderá ser minha verdade.
Desconheço histórias sem fim,
Amar sempre será realidade,
Meu coração é todo carmim,
Acreditará na tua sinceridade...
Terás que renovar carinhos,
Não deixar-me em caminhos,
Que não possas estar ao meu lado.
Sou felicidade quando apaixonada,
Inteira na emoção de quem é amada,
E jamais quero meu coração machucado!...
(Cida Luz)
Sou filha da sensibilidade,
Tudo é intenso em mim...
Seu amor poderá ser minha verdade.
Desconheço histórias sem fim,
Amar sempre será realidade,
Meu coração é todo carmim,
Acreditará na tua sinceridade...
Terás que renovar carinhos,
Não deixar-me em caminhos,
Que não possas estar ao meu lado.
Sou felicidade quando apaixonada,
Inteira na emoção de quem é amada,
E jamais quero meu coração machucado!...
(Cida Luz)
Meus brinquedos
Meus brinquedos"De repente
Ao lembrar dos brinquedos queridos
Que ficaram esquecidos
Dentro do armário
Me bate uma saudade
Me bate uma vontade
De voltar no tempo
De voltar ao passado
Mas nada acontece
Nada parece acontecer
E eu choro
Choro como o bebê que fui
E a criança que quero voltar a ser
Não quero crescer!"
(Clarice Pacheco)
O Amor
O Amor
*Gibran Kahlil Gibran *
Então, Almitra disse: “Fala-nos do amor.”
E ele ergueu a fronte e olhou para a multidão,
e um silêncio caiu sobre todos, e com uma voz forte, disse:
Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa queda.
E da mesma forma que alcança vossa altura
E acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes
E as sacode no seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
No pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operará em vós
Para que conheçais os segredos de vossos corações
E, com esse conhecimento,Vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor,Procurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez
E abandonásseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estações,
Onde rireis, mas não todos os vossos risos,
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio
E nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.
Porque o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:“Deus está no meu coração”,
Mas que diga antes:"Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
Senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,
Sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
Que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado
E agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-diaE meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado,
E nos lábios uma canção de bem-aventurança.
*Gibran Kahlil Gibran *
Então, Almitra disse: “Fala-nos do amor.”
E ele ergueu a fronte e olhou para a multidão,
e um silêncio caiu sobre todos, e com uma voz forte, disse:
Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa queda.
E da mesma forma que alcança vossa altura
E acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes
E as sacode no seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
No pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operará em vós
Para que conheçais os segredos de vossos corações
E, com esse conhecimento,Vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor,Procurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez
E abandonásseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estações,
Onde rireis, mas não todos os vossos risos,
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio
E nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.
Porque o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:“Deus está no meu coração”,
Mas que diga antes:"Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
Senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,
Sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
Que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado
E agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-diaE meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado,
E nos lábios uma canção de bem-aventurança.
Flor de Liz
FLOR DE LIZFlores e cores, harmonia abençoada.
Sementes que brotaram e vingaram
As mãos do Criador as pintaram.
Botões em esplendor, damas delicadas
.Dentre elas, eu, mulher consagrada.
Sou acácia, lírios, alva margarida.
Violeta atrevida, face colorida.
Rosa, majestade cetim, rubim.
Inebriante perfume,
doce jasmim.
Quando amo, sou uma magnólia altiva!
Feminina em graça e mesuras
Feminina em graça e mesuras
Amor perfeito, certeza trago no peito.
Orquídea rara, não tem defeitos.
Excelência em beleza e candura
Por ti sou flor, fascínio e ternura.
Tu me dás aquilo que preciso, o viço.
Dália sempre vestida de festa.
Dias em que sou tão feliz e modesta
Flor de Liz que traduz do amor o sentido!
( Tânia Mara Camargo )
( Tânia Mara Camargo )
A Lua
A LUAQue hoje me faz companhia
Com sua beleza
O céu irradia
Tão linda
Esplendorosa
Por debaixo das nuvens
Timidamente se esconde
E passeia pelo céu toda prosa
Ela Que é tua
E é minha
Abrilhanta o céu
Nos trazendo alegria
Tão distante e tão perto
Aproxima-se
Cresce, agiganta-se
Mostra sua beleza
Se esconde
Desaparece
Distancia
Dizem ser ela dos namorados
Dos eternos apaixonados
No entanto...
Ela é tua
E também é minha.
( Claudete Silveira )
Naufrágio
NaufrágioOs dias passam...se arrastam...
Sinto-me tão fraca e pequena diante desta imensidão
De palavras e atos...que férem...
Que machucam meu coração...
Não aguento mais me sinto incapaz
Estou presa a um passado bonito
A um amor que eu julgava infinito e que um dia
Na maresia da vida em atos e insultos naufragou...
Eu luto como sobrevivente mas minha mente
Minha mente relembra os momentos vividos
Existiram momentos bonitos
Mas acabou...nada sobrou...
O pesadelo do presente me assusta
Eu não luto, eu escuto...escuto meu coração
Sinto a certeza de vida que ele me dá
E eu tento na vida me agarrar...
Afinal preciso lutar, mas com a certeza
De nunca mais me enganar
Nunca mais voltar a amar...
Para nunca mais naufragar...
(a.d)
O Conselho das Árvores
(Olegário Mariano)
Sofro, luz dos meus olhos, quando dizes
Que a vida não te alenta nem conforta.
Olha o exemplo das árvores felizes
Dentro da solidão da noite morta.
Que lhes importa a dor, que lhes importa
O drama que há no fundo das raízes?
Não sentem quando o vento os ramos corta
E as folhas leva em várias diretrizes?
Que lhes importa a maldição do outono
E os dedos envolventes da garoa,
Se dão sombra às taperas no abandono?!
...Levanta os braços para o firmamento
E canta a vida porque a vida é boa
Mesmo esmagada pelo sofrimento.
(Olegário Mariano)
Sofro, luz dos meus olhos, quando dizes
Que a vida não te alenta nem conforta.
Olha o exemplo das árvores felizes
Dentro da solidão da noite morta.
Que lhes importa a dor, que lhes importa
O drama que há no fundo das raízes?
Não sentem quando o vento os ramos corta
E as folhas leva em várias diretrizes?
Que lhes importa a maldição do outono
E os dedos envolventes da garoa,
Se dão sombra às taperas no abandono?!
...Levanta os braços para o firmamento
E canta a vida porque a vida é boa
Mesmo esmagada pelo sofrimento.
O Enamorado da Vida
(Olegário Mariano)
Eu sou um enamorado da Vida!
Para sentir melhor o céu na minha casa,
Plantei a minha casa entre o mar e a montanha.
Se as ondas vêm rugir a meus pés, a horas mortas,
A lua desce a mim numa carícia estranha.
Bebo as estrelas de mais perto... Abraço
Todo o corpo do céu num simples movimento.
E, quando chove, sinto a torrente das chuvas
Trazendo da montanha, em seu penacho de águas,
Frondes, ninhos, calhaus e pássaros ao vento.
Eu sou um enamorado da Vida!
Amo-a por tudo quanto ela me pode dar:
A água fresca da fonte, a carícia da sombra,
E até a calma silenciosa e mansa
Desse crepúsculo que baixa devagar.
Em cada mão de folha a minha boca bebe
O orvalho da manhã como um suave licor.
E abro os pulmões, sorvendo em tudo o que me envolve
Essa onda de volúpia e de êxtase e perfume
Que vem do amor e que me leva para o amor
Eu sou um enamorado da Vida!
Tenho ímpetos de voar, de galgar, de vencer Colinas,
penetrar o coração dos vales,
Relinchando feliz como um potro selvagem
Que solta as crinas no ar para melhor correr;
Ou retesar as asas brancas de gaivota
E atirar-me na fúria incrível das procelas;
Beber em haustos toda a glória do mar alto,
Rolar no bojo dos batéis desarvorados
Ou as asas enxugar no alvo lenço das velasVida!
Quero viver todas as tuas horas,
As que prendi na mão e as que nunca alcancei.
Ser um pouco de ti no espelho das paisagens
Para, quando morrer, levar dentro dos olhos
A beleza imortal de tudo quanto amei.
(Olegário Mariano)
Eu sou um enamorado da Vida!
Para sentir melhor o céu na minha casa,
Plantei a minha casa entre o mar e a montanha.
Se as ondas vêm rugir a meus pés, a horas mortas,
A lua desce a mim numa carícia estranha.
Bebo as estrelas de mais perto... Abraço
Todo o corpo do céu num simples movimento.
E, quando chove, sinto a torrente das chuvas
Trazendo da montanha, em seu penacho de águas,
Frondes, ninhos, calhaus e pássaros ao vento.
Eu sou um enamorado da Vida!
Amo-a por tudo quanto ela me pode dar:
A água fresca da fonte, a carícia da sombra,
E até a calma silenciosa e mansa
Desse crepúsculo que baixa devagar.
Em cada mão de folha a minha boca bebe
O orvalho da manhã como um suave licor.
E abro os pulmões, sorvendo em tudo o que me envolve
Essa onda de volúpia e de êxtase e perfume
Que vem do amor e que me leva para o amor
Eu sou um enamorado da Vida!
Tenho ímpetos de voar, de galgar, de vencer Colinas,
penetrar o coração dos vales,
Relinchando feliz como um potro selvagem
Que solta as crinas no ar para melhor correr;
Ou retesar as asas brancas de gaivota
E atirar-me na fúria incrível das procelas;
Beber em haustos toda a glória do mar alto,
Rolar no bojo dos batéis desarvorados
Ou as asas enxugar no alvo lenço das velasVida!
Quero viver todas as tuas horas,
As que prendi na mão e as que nunca alcancei.
Ser um pouco de ti no espelho das paisagens
Para, quando morrer, levar dentro dos olhos
A beleza imortal de tudo quanto amei.
A Canção da Saudade
(Olegário Mariano)
Que tarde imensa e fria!
Lá fora o vento rodopia...
Dança de folhas... Folhas,
sonhos vãos,que passam,
nesta dança transitória,
deixando em nós,
no fundo da memória,
o olhar de uns olhos
e a carícia de umas mãos.
Ante a moldura de um retrato antigo,
põe-se a gente a evocar coisas emocionais.
Tolda-se o olhar, o lábio treme,
a alma se aperta,tudo deserto...
a vide em torno tão deserta que
vontade nos vem de sofrer mais!
Depois, há sempre um cofre e
desse cofre tiramos velhas cartas,
devagar...É a volúpia inervante de quem sofre
:ler velhas cartas e depois chorar.
Que tarde imensa e fria!
Nunca mais te verei...
Nunca mais me verás...
Lá fora o vento rodopia...
Que desejo me vem de sofrer mais!
(Olegário Mariano)
Que tarde imensa e fria!
Lá fora o vento rodopia...
Dança de folhas... Folhas,
sonhos vãos,que passam,
nesta dança transitória,
deixando em nós,
no fundo da memória,
o olhar de uns olhos
e a carícia de umas mãos.
Ante a moldura de um retrato antigo,
põe-se a gente a evocar coisas emocionais.
Tolda-se o olhar, o lábio treme,
a alma se aperta,tudo deserto...
a vide em torno tão deserta que
vontade nos vem de sofrer mais!
Depois, há sempre um cofre e
desse cofre tiramos velhas cartas,
devagar...É a volúpia inervante de quem sofre
:ler velhas cartas e depois chorar.
Que tarde imensa e fria!
Nunca mais te verei...
Nunca mais me verás...
Lá fora o vento rodopia...
Que desejo me vem de sofrer mais!
Eu sou assim
Eu sou assim
Muitas vezes quero a perfeição
Mas que aflição
Ela não me aceita sou imperfeita
Mas que decepção
Cada dia amanhecido vou a sua busca
Mas ela me ensina
Que na vida temos que tudo aprender
E os laços vencer
Sempre lembrar que sou humana
E posso errar
Não quero errar quero tudo acertar
E lá vem à falha
A falha de ser apenas eu sem opção
Não posso ser outra
Penso em uma forma de vencer os medos
Não consigo
Rumo em busca de conhecimento da vida
Não aprendo
Então me lembro da sabedoria que existe
E lá está ela
Em cada tombo que levo durante a caminhada
E me levanto
Sigo em frente mesmo machucada na mente
E tenho um apoio
Daquele que está sempre em minha vida
Meu Deus
Que me dá a mão quando dela preciso
Nunca me diz não
Nesse momento percebo que posso mudar
Nunca desanimar
E que sempre vou ser eu mesma em mim
Nunca desistirei
Olharei cada obstáculo de outra forma
Sempre sendo eu
Caminharei pela vida com rumo certo
Olhando para frente
Esquecendo um passado já não existente
Olhando dentro de mim
Pensando que a perfeição não posso alcançar
Olhando outra gente
Apenas me entregar de corpo e alma
A minha vida docemente
(Ângela lugo)
Muitas vezes quero a perfeição
Mas que aflição
Ela não me aceita sou imperfeita
Mas que decepção
Cada dia amanhecido vou a sua busca
Mas ela me ensina
Que na vida temos que tudo aprender
E os laços vencer
Sempre lembrar que sou humana
E posso errar
Não quero errar quero tudo acertar
E lá vem à falha
A falha de ser apenas eu sem opção
Não posso ser outra
Penso em uma forma de vencer os medos
Não consigo
Rumo em busca de conhecimento da vida
Não aprendo
Então me lembro da sabedoria que existe
E lá está ela
Em cada tombo que levo durante a caminhada
E me levanto
Sigo em frente mesmo machucada na mente
E tenho um apoio
Daquele que está sempre em minha vida
Meu Deus
Que me dá a mão quando dela preciso
Nunca me diz não
Nesse momento percebo que posso mudar
Nunca desanimar
E que sempre vou ser eu mesma em mim
Nunca desistirei
Olharei cada obstáculo de outra forma
Sempre sendo eu
Caminharei pela vida com rumo certo
Olhando para frente
Esquecendo um passado já não existente
Olhando dentro de mim
Pensando que a perfeição não posso alcançar
Olhando outra gente
Apenas me entregar de corpo e alma
A minha vida docemente
(Ângela lugo)
Assim eu vejo a vida
Assim eu vejo a vida
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
(Cora Coralina)
Há um pacto implícito entre os nossos corações…
Um afago crescente na doçura de suas palavras
Na distância, ouço sua voz…
Chega terna, com a brisa suave envolvente,
acaricia minha pele afugenta minhas dúvidas meus temores,
tristezas… Suas palavras carinhosas
adentram minh’alma sussurrando,
murmuram quanto o seu coração, ama o meu. .
Van Albuquerque)
Um afago crescente na doçura de suas palavras
Na distância, ouço sua voz…
Chega terna, com a brisa suave envolvente,
acaricia minha pele afugenta minhas dúvidas meus temores,
tristezas… Suas palavras carinhosas
adentram minh’alma sussurrando,
murmuram quanto o seu coração, ama o meu. .
Van Albuquerque)
Vou te contar um segredo:

"Vou te contar um segredo:
Um coração só abre por dentro
E só o dono tem a chave!
E se ele se fecha ou se abre
Depende unicamente de ti.
Um coração só abre por dentro
E só o dono tem a chave!
E se ele se fecha ou se abre
Depende unicamente de ti.
Abra!"
( Letícia Thompson)
( Letícia Thompson)
Quisera

Quisera
Estou chegando ao fim da estrada
- Com as mãos vazias pendidas para o chão,
Com os pés cansados da longa caminhada
Com o desapontamento e a desilusão.
Quisera voltar ao ponto de partida
Quisera voltar ao ponto de partida
Encetar de novo a caminhada,
Rever aquela gente boa e amiga
Onde eu fui feliz, onde eu fui amada.
Quisera ver o riacho a correr,
Quisera ver o riacho a correr,
Ver o moinho da fazenda trabalhar,
Ver a casa que me viu nascer
Ver minha mãe meu berço a embalar.
Quisera na relva fresca outra vez pisar,
Quisera na relva fresca outra vez pisar,
Subir nas árvores gigantescas e frondosas,
Ouvir de novo dos pássaros o cantar
Colher as frutas maduras e saborosas.
Quisera ver os campos de trigais floridos,
Quisera ver os campos de trigais floridos,
Ver as trepadeiras de diversas cores
Rodeando a casa em tempos idos,
Ver os caminhos atapetados de flores.
Quisera o amor puro e sonhado encontrar
Quisera o amor puro e sonhado encontrar
Isto seria a felicidade ...
ncontrar alguém na estrada a me esperar
Que me amasse para sempre com sinceridade! ...
Resposta de uma Alma

Resposta de uma Alma
Sim, de muito longe eu venho,
sinto-me tão exausta, tão cansada!
Que quase forças já não tenho ...
Vivo sozinha, nunca fui amada!
Na tua alcova eu não posso entrar,
Na tua alcova eu não posso entrar,
nem sentir a tepidez do teu ninho,
a estrada continuo a palmilhar.
É tarde!
Não posso ter o teu carinho ...
Sigo esta estrada sem fim, deserta, imensa e nua,
Sigo esta estrada sem fim, deserta, imensa e nua,
vou caminhando vendo a luz radiosa,
Nunca foste meu e eu nunca fui tua ...
Lamento ter que seguir tão sozinha,
Lamento ter que seguir tão sozinha,
deixando esta jóia tão preciosa!
Que infelizmente não pode ser minha ...
Não entrei ...Saudades sei que não deixei,
Não entrei ...Saudades sei que não deixei,
mas confesso, saudades de ti eu carreguei! ...
Sombras
Sombras
Amo as sombras no meu sossego.
Sombras que passam na minha existência...
Cada uma delas têm seus segredos.
Todas elas têm suas essenciais!...
Sombras que se desenham e entrelaçam,
que protegem plantas, vida, algo, crença...Sombras,
que cativam, bailam e dançam,numa loucura de paz e de bonança!...
Sombras, que gritam e cantamna música divina de uma canção...Sombras,
que se afagam e se maltratam,num sonho louco de uma ilusão!...
Sombras de amor e de alegria,saudades, tristeza ou decepção...
Sombras de felicidade e fantasia,no torvelinho de enorme sensação!...
Sombras de beleza, sutil dedicação,do amor que voa em agonia...
Brindando a vida numa emoçãoaté o último suspiro que se extasia!...
(a.d)
Amo as sombras no meu sossego.
Sombras que passam na minha existência...
Cada uma delas têm seus segredos.
Todas elas têm suas essenciais!...
Sombras que se desenham e entrelaçam,
que protegem plantas, vida, algo, crença...Sombras,
que cativam, bailam e dançam,numa loucura de paz e de bonança!...
Sombras, que gritam e cantamna música divina de uma canção...Sombras,
que se afagam e se maltratam,num sonho louco de uma ilusão!...
Sombras de amor e de alegria,saudades, tristeza ou decepção...
Sombras de felicidade e fantasia,no torvelinho de enorme sensação!...
Sombras de beleza, sutil dedicação,do amor que voa em agonia...
Brindando a vida numa emoçãoaté o último suspiro que se extasia!...
(a.d)
INTENSIDADE
INTENSIDADE
Cynthia Andrade
Posso calar minha boca,
mas não posso calar o meu pensamento.
Ele é livre.
Voa e leva minhas vontades,
meus desejos,meus sentimentos.
Calo minha boca,
mas não deixo presosos meus sonhos,
meus devaneios,minhas fantasias.
Eles me povoame me fazem inteira.
Posso calar a minha boca,
mas não há como manter
aprisionada a vida dentro de mim.
Ela vem.
E quer a intensidadede seu momento.
A intensidade de mim.
Cynthia Andrade
Posso calar minha boca,
mas não posso calar o meu pensamento.
Ele é livre.
Voa e leva minhas vontades,
meus desejos,meus sentimentos.
Calo minha boca,
mas não deixo presosos meus sonhos,
meus devaneios,minhas fantasias.
Eles me povoame me fazem inteira.
Posso calar a minha boca,
mas não há como manter
aprisionada a vida dentro de mim.
Ela vem.
E quer a intensidadede seu momento.
A intensidade de mim.
IMPORTANTE
Importante
(Dorcila Garcia)
Importante
É existir respeito e sinceridade
Apesar das arestas que tivermos de aparar
Importante
É mantermos viva a nossa sensibilidade
E jamais nos deixarmos embrutecer
Importante
É não lamentarmos as lágrimas vertidas
Gotas de bálsamo que nossa alma vêm aliviar
Importante
É enxergarmos além das aparências
Só a essência pode algo nos acrescentar
Importante
É termos vivido tempos felizes
E termos tanta coisa boa para recordar
Importante
É valorizarmos o dia de hoje,
única certeza que temos para desfrutar.
(Dorcila Garcia)
Importante
É existir respeito e sinceridade
Apesar das arestas que tivermos de aparar
Importante
É mantermos viva a nossa sensibilidade
E jamais nos deixarmos embrutecer
Importante
É não lamentarmos as lágrimas vertidas
Gotas de bálsamo que nossa alma vêm aliviar
Importante
É enxergarmos além das aparências
Só a essência pode algo nos acrescentar
Importante
É termos vivido tempos felizes
E termos tanta coisa boa para recordar
Importante
É valorizarmos o dia de hoje,
única certeza que temos para desfrutar.
Meu Deus,me de coragem de viver
Meu Deus, me dê a coragem de viver
trezentos e sessenta e cinco dias e noites,
todos vazios de tua presença.
Me dê a coragem de considerar esse vazio como plenitude.
Faça com que eu seja a tua amante humilde,
entrelaçada a ti em êxtase.
Faça com que eu possa falar com este vazio
tremendo e receber como resposta
o amor materno que nutre e embala.
Faça com que eu tenha a coragem de te amar,
sem odiar as tuas ofensas à minha alma e ao meu corpo.
Faça com que a solidão não me destrua.
Faça com que minha solidão me sirva de companhia.
Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar.
Faça com que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.
Receba em teus braços o meu pecado de pensar.
(Clarice Lispector )
trezentos e sessenta e cinco dias e noites,
todos vazios de tua presença.
Me dê a coragem de considerar esse vazio como plenitude.
Faça com que eu seja a tua amante humilde,
entrelaçada a ti em êxtase.
Faça com que eu possa falar com este vazio
tremendo e receber como resposta
o amor materno que nutre e embala.
Faça com que eu tenha a coragem de te amar,
sem odiar as tuas ofensas à minha alma e ao meu corpo.
Faça com que a solidão não me destrua.
Faça com que minha solidão me sirva de companhia.
Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar.
Faça com que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.
Receba em teus braços o meu pecado de pensar.
(Clarice Lispector )
Dias dificeis
Dias Difíceis
Há dias em que nem por um milagre se arrancam
sorrisos e em que tudo se veste em tons de Cinza!
Há dias em que tudo parece correr mesmo mal,
e quando se julga que pior não pode ser,
lá vem mais um acontecimento retirar-nos esta convicção
e deitar por terra a crença que já tínhamos rasado o chão,
para nos relegar ás caves do sentir!
Depois, o resultado é um mau feitio intragável,
que fica à vista de todos.
Ainda por cima, nestes dias, toda a gente repara
que estamos mal humorados e quer saber porque
carga de água nos sentimos assim.
O facto de explicar-mos ou não, ainda nos irrita mais,
ainda nos lembra mais que estamos fora de nós e com falta de paciência!
Não adianta murmurar coisas sem nexo, pensar em mil desabafos....
dizer o que nos vem á cabeça, apenas porque nada altera o nosso estado de espírito.
Lá começo então a culpar o mau tempo, mais a Lua,
mais as estrelas...mais a carrada de gente que me tira do sério, na esperança de conseguir encontrar um escape para este estado de espírito tão avesso aos meus sentires.
A verdade, é que me sinto cansada! Muito cansada!
Sinto-me uma panela de pressão, prestes a fazer rodar a carrapeta,
na esperança que tudo se dissipe lentamente...na esperança
que o dia que nasce me faça sentir mais calma, mais tranquila, mais serena!
Enquanto o dia não nasce, fico embalada no silêncio que me acalma. Vou tentar que a Noite me chegue nos brilhos das Estrelas que me iluminam e que sempre me indicaram os meus caminhos. Vou tentar ouvir o meu Mar com o sentir de quem quer escutar.
Quem sabe, o amanhã não me trará um dia melhor!
Há dias em que nem por um milagre se arrancam
sorrisos e em que tudo se veste em tons de Cinza!
Há dias em que tudo parece correr mesmo mal,
e quando se julga que pior não pode ser,
lá vem mais um acontecimento retirar-nos esta convicção
e deitar por terra a crença que já tínhamos rasado o chão,
para nos relegar ás caves do sentir!
Depois, o resultado é um mau feitio intragável,
que fica à vista de todos.
Ainda por cima, nestes dias, toda a gente repara
que estamos mal humorados e quer saber porque
carga de água nos sentimos assim.
O facto de explicar-mos ou não, ainda nos irrita mais,
ainda nos lembra mais que estamos fora de nós e com falta de paciência!
Não adianta murmurar coisas sem nexo, pensar em mil desabafos....
dizer o que nos vem á cabeça, apenas porque nada altera o nosso estado de espírito.
Lá começo então a culpar o mau tempo, mais a Lua,
mais as estrelas...mais a carrada de gente que me tira do sério, na esperança de conseguir encontrar um escape para este estado de espírito tão avesso aos meus sentires.
A verdade, é que me sinto cansada! Muito cansada!
Sinto-me uma panela de pressão, prestes a fazer rodar a carrapeta,
na esperança que tudo se dissipe lentamente...na esperança
que o dia que nasce me faça sentir mais calma, mais tranquila, mais serena!
Enquanto o dia não nasce, fico embalada no silêncio que me acalma. Vou tentar que a Noite me chegue nos brilhos das Estrelas que me iluminam e que sempre me indicaram os meus caminhos. Vou tentar ouvir o meu Mar com o sentir de quem quer escutar.
Quem sabe, o amanhã não me trará um dia melhor!
Por distração
"Por distração"
Ao fim de tantos anos em
silêncio descobrimos que
uma lágrima ainda sulca o rosto árido.
Com ela cultivamos esquálidos
jardins na varanda solitária
que cuidamos como
parte de nós próprios.
Mais tarde, diremos
"Bom-Dia"
aos pardais tranquilos
no meio das floresce,
do outro lado da rua,
talvez alguém, distraído,
nos sorria.
(Manuel Filipe)
Simplesmente amo você...
Amo a segurança que você me dá,
amo o ombro que me empresta
quando eu preciso chorar.
Amo teu silêncio oportuno,
amo tuas palavras mudas
que tocam meu coração
como um porto seguro.
Amo a tua capacidadede
me tirar de trás do muro,
onde às vezes me escondo.
Amo ter a certezade que você me ama.
Amo a metade de tua vida
que me emprestaste,
para que a minha se completasse.
( Sandra Ribeiro )
Há palavras que nos beijam
Há Palavras que Nos Beijam
Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
(Alexandre O'Neill )
PARA VC AMOR OFEREÇO ESTE LINDO POEMA
FELIZ DIA DOS NAMORADOS P/ NÓS
E PARA TODOS OS CASAIS!
Sayounara arigatou
(Rimi Natsukawa
さようなら ありがとう
Sayounara Arigatou
Adeus e Obrigado
~ Brisas do Céu ~)
Não chore.
Hoje é dia importante.
Te acompanho,
até seu coração acalmar.
Porém, agora posso ver sempre.
Tanto nos momentos
de tristeza e na alegria.
Se assim você desejar e acreditar...
Tornei vento, entrei naquela canção.
Percebi que já estava te protegendo.
Se aquele aroma despertar saudade,
sorria, como o de sempre.
Veja agora as asas que se abrem
e lançam em direção ao céu.
Na asa direita é adeus.
E, na esquerda, obrigado.
Toda vez que vi,
você me repartia a bondade.
Toda vez que despedi, dava a força.
Porém, você sempre foi você.
Tanto na manhã de partida
quanto na noite de tropeço.
Continua a mesma,
dentro de mim adormecida.
Tornei vento, entrei naquela canção.
Percebi que você também me protege.
Na chuva de primavera
e no rio de verão;
No cair da folha de outono
e no canto da janela do inverno.
Veja agora as asas que se abrem
e lançam em direção ao céu.
Na asa direita é adeus.
E, na esquerda, obrigado.
Sayounara Arigatou
Se eu morrer antes de você
(Recebi pelo e-mail de minha miga Dulce)
♥ Se eu morrer antes de você ♥
Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore oquanto quiser, mas não brigue com Deus por
Ele haver melevado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se nãoconseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade derir, ria.
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito,
ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiaremdemais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais,defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porquemorri,
mostre que eu tinha um pouco de santo,
mas estava longe de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demónio,
mostre que eu talvez tivesse um pouco de demónio,
mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.
Espero estar com
Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim,
diga apenas uma frase:
- "Foi meu amigo, acreditou em mim em e quis mais perto de Deus!"
- Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E,vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.
Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.
E, quando chegara sua vez de ir para o Pai, aí,
sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus,
a amizade que aqui nos preparou para Ele.
Você acredita nessas coisas?
Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia,
e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente,
e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você,
acho que não vou estranhar o céu... "Ser seu amigo... já é um pedaço dele..."
( Chico Xavier)
♥ Se eu morrer antes de você ♥
Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore oquanto quiser, mas não brigue com Deus por
Ele haver melevado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se nãoconseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade derir, ria.
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito,
ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiaremdemais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais,defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porquemorri,
mostre que eu tinha um pouco de santo,
mas estava longe de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demónio,
mostre que eu talvez tivesse um pouco de demónio,
mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.
Espero estar com
Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim,
diga apenas uma frase:
- "Foi meu amigo, acreditou em mim em e quis mais perto de Deus!"
- Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E,vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.
Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.
E, quando chegara sua vez de ir para o Pai, aí,
sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus,
a amizade que aqui nos preparou para Ele.
Você acredita nessas coisas?
Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia,
e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente,
e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você,
acho que não vou estranhar o céu... "Ser seu amigo... já é um pedaço dele..."
( Chico Xavier)
Porque as pessoas mudam ?
Porque as pessoas mudam tanto?
Me pergunto isso sempre...
Passa o tempo e elas mudam,
as vezes as pessoas querem ser diferente
para se alto firmar ou chamar atenção ,
por falta de carinho por ou por nw saber lidar consigo mesmo,
eu ja percebi isso a muito tempo na pessoas
e muitas vezes jah fiquei meio perdida com elas ,
ai fico na minha,nw sei pq isso acontece,
pq temos que mudar... evoluimos ou regredimos,
vamos a fossa ou subimos aos céus...
As pessoas mudam para se adaptar
as novas realidades da vida..
porém, eu acredito que a exencia das pessoas
nw se alteram principalmente em relação aos amigos,
pois em cada reencontro o que se vive se
faz presente tornando o encontro muito agradável,
se a pessoa se comportar diferente
é porque nw hesistiu amizade de verdade.
«ஜCrisஜ幸せஜ»๑ஜ ๑•ิ.•ั๑ஜ愛
Me pergunto isso sempre...
Passa o tempo e elas mudam,
as vezes as pessoas querem ser diferente
para se alto firmar ou chamar atenção ,
por falta de carinho por ou por nw saber lidar consigo mesmo,
eu ja percebi isso a muito tempo na pessoas
e muitas vezes jah fiquei meio perdida com elas ,
ai fico na minha,nw sei pq isso acontece,
pq temos que mudar... evoluimos ou regredimos,
vamos a fossa ou subimos aos céus...
As pessoas mudam para se adaptar
as novas realidades da vida..
porém, eu acredito que a exencia das pessoas
nw se alteram principalmente em relação aos amigos,
pois em cada reencontro o que se vive se
faz presente tornando o encontro muito agradável,
se a pessoa se comportar diferente
é porque nw hesistiu amizade de verdade.
«ஜCrisஜ幸せஜ»๑ஜ ๑•ิ.•ั๑ஜ愛
FW: Receita de Dona Cacilda
(Recebi este e-mail de minha miga Edi Guedis)
A cada instante da ns. vida é necessário que façamos sempre uma reflexão sobre o instante que se foi. :
Receita de Dona Cacilda
Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.
E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução..
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas....- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada.... Vai depender de como eu preparo minha expectativa.
E eu já decidi que vou adorar.
É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida.
A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou.
Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças.. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças.
Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica..
Depois me pediu para anotar: Como manter-se jovem:
1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos.
Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)
3. Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja.
Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. 'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto.
Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem Aguente, sofra e ultrapasse
. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo
7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais,
plantas, hobbies, o que quer que seja
. O seu lar é o seu refugio.
8. Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a.. Se é instável,
melhore-a. Se não consegue melhora-la , procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa..
Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.
E, se não mandar isto a pelo menos a duas pessoas
- quem é que se importa?
Serão apenas menos duas pessoas que deixarão de sorrir ao ver uma mensagem sua
. Mas se puder pelo menos partilhe com alguém!
''...A distância pode causar saudade, mas nunca o esquecimento...",e faça o bem sem olhar a quem....
A cada instante da ns. vida é necessário que façamos sempre uma reflexão sobre o instante que se foi. :
Receita de Dona Cacilda
Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.
E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução..
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas....- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada.... Vai depender de como eu preparo minha expectativa.
E eu já decidi que vou adorar.
É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida.
A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou.
Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças.. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças.
Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica..
Depois me pediu para anotar: Como manter-se jovem:
1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos.
Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)
3. Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja.
Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. 'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto.
Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem Aguente, sofra e ultrapasse
. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo
7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais,
plantas, hobbies, o que quer que seja
. O seu lar é o seu refugio.
8. Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a.. Se é instável,
melhore-a. Se não consegue melhora-la , procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa..
Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.
E, se não mandar isto a pelo menos a duas pessoas
- quem é que se importa?
Serão apenas menos duas pessoas que deixarão de sorrir ao ver uma mensagem sua
. Mas se puder pelo menos partilhe com alguém!
''...A distância pode causar saudade, mas nunca o esquecimento...",e faça o bem sem olhar a quem....
*Procuro-te
Nesta selva de sentimentos
Que me devora de mansinho!
Não te encontro e choro
Como choro
Noites sem dormir
Sonhos sem sonhar
Pensamentos levam-me para longe
Como queria estar contigo
Observando o mar imenso
O cintilar das estrelas
A beleza de uma noite de Lua cheia
O sorriso das crianças
A serenidade da brisa beijando teu rosto
O vento levando as mágoas
Onde estás?
Procuro-te...
Nesta selva de sentimentos
Que me devora de mansinho!
Não te encontro e choro
Como choro
Noites sem dormir
Sonhos sem sonhar
Pensamentos levam-me para longe
Como queria estar contigo
Observando o mar imenso
O cintilar das estrelas
A beleza de uma noite de Lua cheia
O sorriso das crianças
A serenidade da brisa beijando teu rosto
O vento levando as mágoas
Onde estás?
Procuro-te...
(a.d)
Nuvens dos olhos meus,
de altas chuvas paradas
Nuvens dos olhos meus,
de altas chuvas paradas,
- por chãos de adeuses vão-se os dias em tumulto,
em noites êrmas e saudades longe morre.
Sem testemunha vão passando as horas belas.
Tudo que pôde ser vitória cai perdido,
Sem mãos, sem posse, pela sombra, entre os planêtas.
Tudo é no espaço - desprendido de lugares.
Tudo é no tempo - separado de ponteiros.
E a boca é apenas instrumento de segredos.
Por que esperais, olhos severos, grandes nuvens?
Tudo se vai, tudo se perde, - e vós,
detendo,num preso céu, fora da vida,
as águas densas de inalcançáveis rostos amados!
Cecilia Meireles
de altas chuvas paradas
Nuvens dos olhos meus,
de altas chuvas paradas,
- por chãos de adeuses vão-se os dias em tumulto,
em noites êrmas e saudades longe morre.
Sem testemunha vão passando as horas belas.
Tudo que pôde ser vitória cai perdido,
Sem mãos, sem posse, pela sombra, entre os planêtas.
Tudo é no espaço - desprendido de lugares.
Tudo é no tempo - separado de ponteiros.
E a boca é apenas instrumento de segredos.
Por que esperais, olhos severos, grandes nuvens?
Tudo se vai, tudo se perde, - e vós,
detendo,num preso céu, fora da vida,
as águas densas de inalcançáveis rostos amados!
Cecilia Meireles
Perspectiva
Tua passagem se fez por distancias antigas.
O silencio dos desertos pesava-lhe nas asas e,
juntamente com ele, o volume das montanhas e do mar.
Tua velocidade desloca mundos e almas.
Por isso, quando passaste, caiu sobre mim tua violências
desde então alguma coisa se aboliu.
Guardo uma sensação de drama sombrio,
com vozes de ondas lamentando-me,
e a multidão das estrelas avermelhadas fugia
do com o céu para longe de mim.
Os dias que vêm são feitos de vento plácido e apagam tudo.
Dispersam a sombra dos gestos sobre os cenários.
Levam dos lábios cada palavra que desponta.
Gastam o contorno da minha síntese.
Acumulam ausência em minha vida...Oh! um pouco de neve matando,
docemente, folha a folha...
Mas a seiva lá dentro continua, sufocada,nutrindo de sonho a morte.
Cecília Meireles
O filme relata a história de dois irmãos,
Seita e Setsuko, no período da Segunda Guerra Mundial no Japão.
O pai deles é convocado a defender o país na guerra,
pois faz parte da marinha japonesa,
e a mãe falece em um bombardeio de aviões norte-americanos.
A partir daí, o filme mostra a luta pela sobrevivência das duas crianças,
em meio à pobreza e miséria que assola o país.
Fome, doenças e a falta de generosidade e
sensibilidade dos adultos faz deste percurso
um dos filmes mais bonitos e
comoventes sobre o trágico quadro gerado pela guerra.
*
A primeira vez que eu vi já no começo comecei a chorar ...
E choro sempre que vejo........
RECOMEÇAR E REVIVER
Custa a suportar o sofrimento
Não há sentido do dever cumprido
Há a ferida, chaga do rompimento
De ser arredado sem sentido.
Há a esperança que resta
De reatar os laços partidos
Alardear os sentidos em festa
Por bons e maus caminhos paridos.
Desavenças esquecidas
Tapadas com pedras pesadas
Reviver novas vidas
Esquecer as mágoas passadas.
Reabrir as portas do coração
Deixar passar a dor
Realizar o que era ilusão
E reviver momentos de amor.
(Animarolim )
Custa a suportar o sofrimento
Não há sentido do dever cumprido
Há a ferida, chaga do rompimento
De ser arredado sem sentido.
Há a esperança que resta
De reatar os laços partidos
Alardear os sentidos em festa
Por bons e maus caminhos paridos.
Desavenças esquecidas
Tapadas com pedras pesadas
Reviver novas vidas
Esquecer as mágoas passadas.
Reabrir as portas do coração
Deixar passar a dor
Realizar o que era ilusão
E reviver momentos de amor.
(Animarolim )
ternura e um pouco de razão,
Queria um sorriso
gostoso despretensioso,
Um abraço doado,
apertado,sensibilizado.
Um Te amo de coração...
Eu só queria dentro do
mundo com tanta gente ,
Ter o imenso prazer,
de pelo menos a alguém dizer:
Por ti vale todo meu viver!
Eu, Simplesmente queria...
VOCÊ!
Assinar:
Postagens (Atom)








